Atenção Brasil, a partir de agora o vídeo do Quick Golf já está disponível para o mundo todo através do You Tube. Todos poderão assistir a esse vídeo produzido pelo excelente reporter Bruno Mendonça e que na ocasião foi apresentado no Brasil pelo Video Esporte. Confira abaixo:
Se ainda não viu, assista ao Trailer:
Se ainda não viu, assista ao Trailer:
Envie esse endereço para seus amigos, vamos levar essa invenção brasileira para o restante do mundo.
Lígia Fascioni
Engenheira Eletricista, Mestre em Automação e Controle Industrial, Pós-graduada em Marketing e Doutora em Gestão Integrada do Design. Autora do livro “Quem sua empresa pensa que é?”, é consultora empresarial na área de gestão da identidade corporativa.
|
O nome dela é Stefani |
08-08-06 O nome dela é Stefani (acho que se pronuncia Stéfani). Que papel terei eu na vida dessa menina? Não um muito grande, talvez uma nota de rodapé. Mas espero que faça alguma diferença.
Stefani é uma menina que eu ainda não conheço, mas sei que tem entre 11 e 16 anos e estuda na Escola Estadual Hilda Theodora que fica quase em frente à minha casa, na Trindade. O que mais sei dessa garota? Que ela não tem uma situação financeira confortável e é boa em Matemática e Ciências. Por isso tudo, mas principalmente por seu desempenho escolar, ela foi selecionada como uma das crianças que será patrocinada pelas empresas associadas à ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia) no Programa Indústria de Talentos do SESI. A minha empresa de consultoria vai patrocinar a Stefani, é isso que nos une por enquanto. A ACATE e o SESI montaram um laboratório e ela e seus colegas vão ter aulas de robótica! Será que ela será uma engenheira, como eu? Será que ela vai gostar?
As turmas terão 180 horas de aula e vão usar um kit Lego para simular os robôs. O brinquedo tem todas as peças necessárias, inclusive processadores para se programar os algoritmos que os robozinhos devem obedecer. Além de aprender a pensar de maneira estruturada e desenvolver o raciocínio lógico, essas pessoas terão oportunidade de trabalhar a criatividade em equipe. Na inauguração do laboratório, que fica no prédio da ACATE (em frente à Escola), além do encantamento dos empresários (a maioria engenheiros), o que mais me emocionou foi ver o brilho dos olhos do professor, o Luciano. A empolgação era perceptível nas mãos, nos gestos, na voz embargada. Ele nos mostrou fotos de outras turmas, projetos brilhantes, carinhas contentes (a dele era a mais contente de todas).
Eu sei que há muitos projetos por aí igualmente fantásticos e revolucionários, como o inusitado Golfe de Rua (visite: http://www.golfederua.com.br ), mas esse me tocou especialmente porque tem relação direta com a tecnologia, está aqui pertinho de casa e ainda por cima é com uma menina que gosta de matemática, como eu também já fui.
Estou pensando se daria para fazer alguma coisa parecida com design. Tenho recebido e-mails de pessoas pedindo orientação para trabalhar e estudar nessa área, completamente perdidas. Juntando com palestras de atitude profissional, já pensou? Quem se habilita?
Foi-me prometido que serei apresentada à Stefani. Estou emocionada, pois estou prestes a conhecer o futuro. Sou pretensiosa, quero transformar uma nota de rodapé num capítulo. Vamos ver se dá.
*****************************************
Colocando mais lenha na fogueira da discussão iniciada pelo Elóy Simões e muito bem alimentada pela Sara Caprario, vou dar aqui meu palpite de leiga sobre a obrigatoriedade da exigência do diploma de jornalista.
Para mim, é muito claro. Palpites e opiniões, qualquer um pode dar (até eu). Assim, não vejo como justificar a exigência de um diploma para escrever colunas, artigos opinativos, charges, análises e tudo o mais que comunique o ponto de vista declaradamente parcial de seu autor. Isso não é jornalismo, é liberdade de imprensa – todo cidadão tem o direito de se manifestar usando os meios que dispõe.
Agora, dar notícias, relacionar fatos, fazer relatos objetivos, é outra coisa. Isso exige técnica, formação, código de conduta e tudo mais. Na minha opinião, inclusive diploma de jornalista.
Duas atividades diferentes que devem ser tratadas de maneira diversa. O problema é colocar tudo no mesmo balaio. Não pode mesmo dar certo.
Lígia Fascioni
www.ligiafascioni.com.br
Lançado em São Paulo projeto Golfe de Rua
Por: Jaílson José de Sá – 07/08/2006. Acontecendo Aqui
07-08-06 – Foi lançado na capital paulista pelo profissional de turismo Valdecir Carlos de Jesus, o projeto Golfe de Rua que tem por objetivo levar ao público em geral os conhecimentos básicos sobre as regras, os termos, a etiqueta e a prática do golfe, mais especificamente, o ato de puttear. Afinal esta jogada, realizada no interior do green, representa a parcela mais importante de uma partida. (green é o local do campo onde se localiza o buraco com a bandeira)
Através de equipamentos e apresentações inovadoras, diferente de tudo o que já foi visto nesse segmento, Valdecir adianta que será aplicada uma nova dinâmica ao ensinamento do esporte de forma a criar seguidores e divulgadores por todo o país.
“Vamos desmistificar conceitos pré-estabelecidos e, principalmente, incentivar a prática da atividade entre crianças, jovens e adultos, de todas as classes sociais, que com toda a certeza, irão compartilhar essas idéias à partir desta experiência inovadora. Vamos proporcionar, principalmente às mulheres, a possibilidade de se aproximarem com mais ênfase desse magnífico esporte”, informa Valdecir.
Utilizando-se dos produtos Hole One, nome dado às pranchinhas de devolução, o esporte proporcionará a descontração necessária para que os participantes aprendam o necessário para entender que o golfe é muito mais que um esporte, é uma filosofia de vida.
10 estações
Os ensinamentos serão aplicados com o auxílio de 10 estações de desafios devidamente instaladas no interior de um circuito, que poderá ser disponibilizado numa rua, num estacionamento, numa praça, enfim, num local que comporte um número razoável de participantes. Estas estações estão ilustradas de forma bem simples no interior do site do projeto.
Para saber mais sobre este projeto visite http://www.golfederua.com.br/
Para ficar por dentro do que rola no mundo do golfe acesse a coluna do profissional Guillermo Piernes.
No urbano frenético, estressado, superficial e sem tempo, um longo jogo de golfe compartilhado por pai e filho permite um dos maiores intercâmbios possíveis dessa especial relação.
Tiger Woods (direita) chorou desconsolado após vencer dias atrás o Aberto Britânico, por se encontrar pela primeira vez órfão na celebração de uma vitória muito importante. Seu pai, também seu primeiro treinador e constante mestre ao longo da carreira, estava ausente pela primeira vez e para sempre.
“Ele estaria muito orgulhoso”, foi o comentário do grande campeão. Certamente Earl Woods (esquerda) estaria exultante pelo seu filho conquistando pela terceira vez o tradicional Aberto Britânico. Um Tiger focado nos dias de torneio apenas na escolha de tacos, calculo de distancias, direção do vento, corte da grama, no preciso contato com a bola sem se deixar envolver emocionalmente pelo ambiente como foi treinado por Earl a fazer-lo desde os três anos.
Aparte desse exemplo no topo da pirâmide, um jogo comum de golfe entre pai e filho transcende os limites do esporte e se transforma num momento rico e inesquecível. A potencia e audácia da juventude tem seus momentos de glória assim como a experiência e o conhecimento, porem sempre efêmeros durante uma partida de golfe. De nada serve a boa tacada dada 30 anos atrás nesse mesmo campo ou a ultima dica que chegou pela internet. Cada tacada é uma nova prova para o pai e para o filho.
Dois parceiros enfrentando o mesmo campo, lado a lado, porem sabendo que a bola de cada um tem um destino diferente. O golfe que valoriza prioritariamente a integridade e honestidade durante o jogo, possibilita lições praticas sobre esses valores. Com poucos anos de vida é forte a tentação de contar uma tacada a menos, arrumar a bola para sair detrás de uma árvore. Um pai golfista dificilmente aceitaria essa debilidade. No golfe vencer é importante, mas jamais com desonestidade. O vale tudo nada vale no golfe.
O respeito total a Natureza e os parceiros exigidos pelo esporte permitem oportunidades para educar que quebrar regras pode ser freqüente, porém jamais dentro de um campo de golfe. São quase quatro horas de caminhada, uma eternidade num mundo urbano acelerado, para mostrar as vantagens de manter a calma após um erro, que a histeria nada ajuda, que a perseverança vale ouro. Um desafio para ambos.
Os principais nomes do golfe profissional e amador quase sempre tiveram um pai que jogava ou orientava no golfe. São muitos os que carregam tacos velhos que foram dos seus pais para manter um objeto concreto que lembre a impar relação. Os mais afortunados compram luvas, bolas, bonés, livros ou roupas de golfe para entregar no Dia dos Pais. É a linguagem silenciosa para traduzir em palavras as lagrimas do maior golfista do mundo: “obrigado…saudades…”
Parabéns Guillermo Piernes pelo excelente texto – Consultor Corporativo e escritor.
Parabésn Tiago Reimberg pela escolha da foto – Tiago é o Cio da site www.golfeamador.com.br

O Quick Golf é um treinamento que auxilia no desenvolvimento da jogada denominada de putting (tacada para embocar a bola que ocorre quando a bola está estacionada no green). Esse treinamento além de proporcionar ao praticante a calma necessária para a conclusão da jogada irá também proporcionar o exercício das diversas partes do corpo exigidas durante a prática.
O movimento é praticado com auxílio de um putter, três bolas ou mais e uma prancha Slope da Hole Hole.
O exercício consiste em efetuar batidas leves na bolinha no sentido de fazer com que a mesma acerte a rampa do slope e retorne para o jogador e, este de imediato desfere nova batida. Inicie com uma bola e vá gradativamente incorporando mais bolas ao exercício.
“O praticante é quem determina o grau de dificuldade que irá enfrentar. Praticar o Quick Golf é sintonizar a agilidade com a força da batida, o equilíbrio com a coordenação motora, a direção com a visão perimetral.” explica Valdecir Carlos de Jesus, o criador do movimento.
“Eu estava treinando minha pontaria numa prancha Slope e resolvi bater na bola usando somente uma das mãos, optei pela esquerda, minha mão boba, até aquele momento. Comecei com uma bola e fui pegando o jeito, em seguida adicionei mais bolas e percebi que tinha acabado de criar um movimento diferente para ensinar o golfe. Alternei para a minha mão direita e a performance foi só melhorando. Chamei amigos para ver e todos foram unânimes, aquilo era inédito e iria quebrar definitivamente os paradgimas dos ensinamentos do golfe.” acrescentou Valdecir.
A foto acima ilustra o aperfeiçoamento do equipamento inventado por Valdecir denomindado de Slope Evolution. A novidade é que este modelo apresenta o guard rail arredondado em sua parte traseira, o que lhe confere uma plástica mais atraente e um jogo bem mais rápido.
Quem quiser saber mais sobre produtos e técnicas do Quick Golf acesse por gentileza o site http://www.golfederua.com.br/
Enfim, a pratica do Quick Golf ainda não está muito difundida no país como gostaria seu criador, porém não tardará o dia em que os instrutores e apreciadores do esporte iniciem seus treinamentos com o auxílio de numa pranchinha de devolução Hole One.

Quem teve o prazer de assistir ao 3º torneio do Master Cup, o British Open, realizado na Inglaterra teve a oportunidade de ver como é que se faz bem feito. O maior jogador do mundo não deu moleza prá nínguem, e depois de alguns meses do falecimento do seu pai, Tiger Woods se reencontra com a vitória deixando para trás Cris Demarco e outras feras do esporte. Dá gosto de ver quem faz bem feito, e ele sabe fazer. Parabéns Tiger Woods. Saiba mais.

Lançado este ano no Brasil o projeto denomindado Golfe de Rua promete ser o grande diferencial do esporte que até então é praticado por uma minoria de pessoas no país.
“A idéia de democratizar o esporte foi formatada durante as minhas apresentações onde podia perceber o interesse das pessoas pelos produtos e principalmente pelos movimentos diferenciados que havia criado para ensinar as pessoas a treinar o golfe” relata Valdecir Carlos de Jesus.
“É verdade, eu percebia a curiosidade e a alegria das pessoas em poder segurar um taco de golfe nas mãos e ainda poder arriscar algumas tacadas. Eram os seguranças dos estandes, as mulheres do café, os motoristas, enfim, gente simples mas que via naquilo tudo a possibilidade de um pouco de relaxamento e descontração. Por isso resolvi criar o Projeto Golfe de Rua que além de propor desafios diferentes me permitia incorporar os produtos Hole One e também o Quick Golf” continua Valdecir.
Sem grana mas com muita criatividade Valdecir registrou seus projetos, suas patentes e começou a divulgar suas invenções através da internet. Publicou um site que leva o nome da marca e através dele já enviou dezenas de modelos para diversos países. Através das salas de bate-papo de sites internacionais ele busca por comunidades de brasileiros e vez ou outra dá o tiro certo. Conseguiu mandar seus primeiros dispositivos para a Holanda, em seguida USA, Alemanha, Austrália, Itália e por último o Paraguay.
“O que pude perceber em razão da cultura do esporte nestes países é que a venda é feita para a base individual, enquanto que aqui no Brasil a venda tem sido para atender o mercado corporativo, ou seja, as empresas utilizam meus produtos para brindar clientes e amigos. Por isso mesmo criei o slogan: Hole One um jeito bom de fazer amigos.“